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Sou do tempo de pisar as uvas no lagar e ficar com os pés roxos do seu sumo. Ou num alguidar, só para poder fazer como os outros! Adorava aquela sensação de as pisar, ficar com sumo até quase aos joelhos e escorregar devido às cascas que ficavam no fundo! Era uma criança!
Lembro do meu pai entrar para dentro dos toneis para os lavar e preparar para a chegada do vinho novo, e da complicação que me fazia pensar que ele podia não conseguir sair de lá de dentro!
Foi o seguimento que a família deu às vinhas que o meu avô deixou, e cujas colheitas deram alegria e calor nos serões passados na serventia, como lhe chamávamos. O vinho servia naquela altura para aquecer os corações, pelas histórias bonitas que oiço.
Ontem foram só recordações, das boas, o que senti ao comer castanhas com água-pé ... como sei que a família fazia quando eu era pequena!
E hoje, por vários motivos, tenho a certeza que S. Martinho vai ser sempre dia de lembranças e recordações, de momentos e de pessoas, de momentos e de pessoas boas!
E hoje, por vários motivos, tenho a certeza que S. Martinho vai ser sempre dia de lembranças e recordações, de momentos e de pessoas, de momentos e de pessoas boas!

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